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Síndrome do Pânico

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                                                                     Síndrome do Pânico 

Dificilmente encontramos alguém que não tenha ouvido falar em Síndrome do Pânico. Grande parte da população conhece alguém que já vivenciou essa Síndrome e teve oportunidade de perceber que muitos dos seus sintomas se assemelham ou se confundem com muitas doenças físicas.

O sintoma básico é um medo exacerbado e sem explicação, indefinido ou mesmo um medo infundado, no qual a pessoa se acha ridícula por sentir o que sente porém, não consegue se controlar. É caracterizada pela presença de ataques de pânico, ou seja, crises súbitas, repentinas, espontâneas, com forte sensação de medo (medo de tudo, de perigo, de desmaio, de derrame cerebral, loucura ou morte iminente, sensação de alerta ou de fuga, necessidade de socorro imediato ou até de se encolher num canto, agitação, desespero entre outros múltiplos sintomas.

De repente a pessoa sente um mal estar estranho na cabeça como se fosse perder a razão, a consciência. É comum uma sensação de estar fora da realidade; ou um mal estar generalizado, como um pressentimento de que algo muito grave pode acontecer.

A partir daí podem surgir taquicardia, palpitações, falta de ar ou dificuldade de respirar, sensação de sufocação ou bolo na garganta, mãos e pés molhados e frios, formigamentos nos braços, pernas ou nos rostos, zoeira, zumbido ou pressão nos ouvidos, suor ou tremedeira generalizado, distúrbio gastrintestinal como (náuseas, enjôos, diarréia, gases, vontade irresistível de urinar, falta ou excesso de apetite), desânimo acentuado, mal-estar geral, insônia ou sono excessivo, ondas de calor ou frio, tonteiras.

Acredita-se que pessoas predispostas à síndrome podem desencadeá-la depois de passar por situações traumáticas como perda de entes queridos, desemprego, doenças no lar, pré ou pós-operatórios, assaltos, seqüestros, acidentes, etc.

Como a síndrome do pânico varia muito em sua intensidade, nem todos sentem os mesmos sintomas. Em nossa experiência clínica, a crise do pânico pode ser classificada em leve, moderada, grave e muito grave. Alguns portadores do pânico, apesar de todo desconforto, conseguem manterem-se em atividades, porém outros não conseguem nem mesmo sair de casa, ficando confinados, reclusos em seu lar.

Esse conseqüente isolamento traz sensação de impotência e inutilidade. Com o tempo, a alegria de viver desaparece, diminui dinamismo e a espontaneidade levando o seu portador a desenvolve um estado depressivo, muitas vezes, confundido com a depressão comum.

Na verdade o Pânico não é detectável por nenhum tipo de exame laboratorial, senão clinicamente. Os pronto-socorros cardiológicos ou cardiologistas são os primeiros a serem procurados devido à taquicardia, falta de ar ou Hiperventilação, dor no peito e dormência. A princípio essa busca é adequada é apropriada para se eliminar dúvidas e descartar diagnósticos de enfermidades físicas, porém, caso o diagnóstico não se confirme o paciente deve ser encaminhado para especialistas psiquiatras ou psicólogos.

                                      Profa. Dra . Edna Paciência Vietta

                                             Psicóloga Clínica

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